quinta-feira, 26 de maio de 2011

OMC adverte: protecionismo causará efeitos devastadores na economia global



O diretor da Organização Mundial do Comércio (OMC), Pascal Lamy, alertou ontem (25/5) os líderes mundiais que a adoção das medidas protecionistas causa “efeitos devastadores” na economia global. Dirigindo-se aos representantes do G20 – o grupo dos países mais ricos do mundo -, Lamy pediu que resistam “à tentação”. Como exemplos de excessos, ele citou medidas adotadas pela Argentina, Rússia e Ucrânia.
“A má notícia é que nos últimos seis meses se registaram mais medidas protecionistas que durante a crise”, afirmou Lamy. Ao ser perguntado sobre o que pode ocorrer, ele foi objetivo: “Os efeitos são devastadores. Os dirigentes dos países do G20 têm o dever de abordar seriamente esse problema”. Lamy citou como exemplos de países que adotaram medidas protecionistas a Argentina, Rússia e Ucrânia. No caso dos argentinos, o governo brasileiro reagiu e suspendeu a concessão de licenças automáticas para automóveis e autopeças. O impasse provocou reações na Argentina.
Para o governo brasileiro, a suspensão das licenças era necessária porque vários produtos brasileiros, como calçados, pneus e achocolatados, sofriam restrições no mercado argentino em decorrência das medidas protecionistas. Lamy lamentou a interrupção nas negociações da Rodada de Doha. “Infelizmente, neste momento, estamos em um impasse.” Ele se referiu ao bloqueio das negociações por parte dos Estados Unidos, que exigem dos países emergentes, como a China, Índia ou Brasil, a redução das tarifas para alguns produtos industrializados para taxa de até zero. Fonte: Agência Brasil

Brasileiro vai terminar de pagar impostos deste ano só no dia 29

Brasileiro vai terminar de pagar impostos deste ano só no dia 29
Ontem quarta-feira (25), o trabalhador brasileiro completou 145 dias de serviço desde o primeiro dia do ano, mas nenhum centavo sequer foi para o bolso efetivamente. Segundo estudo do IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário), o brasileiro vai trabalhar até o próximo domingo (29) exclusivamente para pagar impostos, taxas e contribuições exigidos pelos governos federal, estadual e municipal.
Isso significa que, em 2011, o brasileiro vai destinar nada menos que quatro meses e 29 dias – ou 149 dias - para pagar tributos. Desse total, 54 dias serão usados para “quitar” tributos sobre a renda, 11 para tributos sobre o patrimônio e 84 para tributos sobre o consumo. Em 2012, a arrecadação do governo federal deve aumentar e ampliar ainda mais esse tempo necessário para pagar tributos, diz o presidente do IBPT, João Eloi Olenike.
- Infelizmente, o crescimento tem sido constante. A cada ano que passa, a gente tem que trabalhar mais dias para pagar impostos. Para 2012, vai depender muito da conjuntura econômica porque [houve] o aquecimento econômico e a melhoria do órgão arrecadador da Receita Federal com a nota fiscal eletrônica, que ajuda o governo a ampliar a arrecadação. Isso faz nós crermos que haverá aumento de arrecadação tributária no ano que vem.
Em relação à renda, o trabalhador tem 40,82% da sua renda bruta anual comprometida com as taxas, contribuições e impostos, segundo o IBPT. A maior parte disso ficará em produtos ligados ao consumo, que vão abocanhar pouco mais de 22% do salário do brasileiro.  A classe média brasileira, com renda mensal entre R$ 3.000 e R$ 10 mil, será a principal prejudicada pelos tributos: 43,29% da sua renda será destinada ao pagamento de impostos, taxas e contribuições. Com carga tributária maior, também é necessário mais tempo para liquidá-la: segundo o instituto, o brasileiro da classe média vai pagar impostos até o dia 7 de junho.
Quando se considera apenas o consumo, entretanto, é a classe baixa a que mais sofre com a tributação. De acordo com o IBPT, a compra de bens de consumo, como eletrodomésticos e móveis, e alimentos, por exemplo, devem abocanhar quase 23% da renda dessa fatia da população. Os brasileiros da classe baixa levarão 142 dias para acabar com os débitos dos impostos – terminou em 22 de maio. Por outro lado, os mais ricos sofrem mais com os tributos sobre a renda: 20,88% dos ganhos brutos terão esse destino. A classe alta pagará tributos até 1º de junho, segundo o IBPT.
Carga tributária no Brasil
O Brasil só perde para a Suécia no ranking de tempo necessário para quitar os tributos. No país escandinavo, são necessários 185 dias do ano para liquidar os impostos exigidos pelo governo. O Brasil aparece na segunda colocação, empatado com a França. No entanto, o Brasil perde da Espanha (137 dias), Estados Unidos (102 dias), Argentina (97 dias), Chile (92 dias) e México (91 dias) – estes últimos três países em desenvolvimento, como o Brasil. Fonte: Record

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Com economia aquecida, brasileiros devem pagar 10% a mais em impostos em 2011



A soma dos impostos pagos pelos brasileiros em 2011 deve crescer entre 9% e 10% em termos reais (ajustada pela inflação do período) na comparação com 2010. A informação é do Secretário da Receita Federal, Carlos Alberto Barreto.
- O crescimento da arrecadação de impostos foi mais acentuado no início do ano porque em janeiro houve antecipação significativa de tributos, atividade econômica forte e reflexos de dezembro e de 2010. A partir de abril teremos convergência e o crescimento anual deve ficar entre 9% e 10%.
O motivo do aumento dos impostos é o aquecimento da economia brasileira. Com a economia crescendo há mais empregos, mais renda, mais consumo e mais produção, e com isso todos pagam mais impostos, mesmo que não haja criação de novos tributos.
A Receita divulgou nesta quinta-feira (19) a arrecadação de impostos de abril. No mês os brasileiros pagaram valor recorde para abril, um total de R$ 85,15 bilhões: alta real de 12,1% em relação a abril do ano passado.
Em janeiro, a alta da arrecadação foi de 15,3%. Como a arrecadação de janeiro teve influência de 2010, a Receita estima que o crescimento da arrecadação de impostos será menos intenso ao longo do ano, fechando em 10% para o ano.
- Os meses de janeiro e abril são meses de picos de arrecadação. Em abril temos apuração trimestral do Imposto de Renda e a contribuição da Pessoa Jurídica e a primeira cota ou a cota única do Imposto de Renda da Pessoa Física, que são pagos em abril. Fonte: Record

Banco Central cria supercomitê para vigiar sistema financeiro



O Banco Central criou neste quarta (18/5) um supercomitê para acompanhar a evolução e desenvolvimento do sistema financeiro no Brasil. Chamado de Comitê de Estabilidade Financeira (Comef), ele será composto 11 departamentos, duas gerências, pela Procuradoria Geral do BC e pela secretaria-executiva da casa. Também integram o órgão todo os diretores e o presidente da instituição, Alexandre Tombini. Os integrantes do novo braço da autoridade monetária irão se reunir bimestralmente para desenvolver estratégias e diretrizes para que a autoridade monetária se antecipe aos riscos que possam afetar todo o mercado financeiro e causar problemas à economia. Fonte: Correio Brasiliense

Cerca de 20 bancos estrangeiros querem comprar instituições brasileiras



Além da temporada de compra e venda de bancos no Brasil, um segundo movimento pode seguir no sentido contrário da concentração e terminar por incrementar a concorrência no país. De acordo com informações exclusivas obtidas pelo Correio, 20 bancos estrangeiros estão na fila do Banco Central para entrar no sistema financeiro brasileiro. Seis deles são instituições de grande porte, semelhantes ao Santander. São bancos asiáticos, principalmente coreanos e chineses, da Espanha e de demais regiões da Europa.
Parte dessas instituições deve entrar no país por meio da compra de bancos de menor porte, que funcionam angariando depósitos e vendendo carteiras de crédito. Com o escândalo do PanAmericano, essas instituições perderam credibilidade e tiveram seus custos de captação extremamente elevados. “Quando a credibilidade é menor, mais caro se paga para captar recursos no mercado”, ponderou um integrante da equipe econômica. Esses bancos menores estão sobre a lupa do BC e, juntas, somam patrimônio de R$ 24,7 bilhões, ou 0,5% do sistema financeiro nacional.
“Isso é um exemplo de como o mercado bancário brasileiro está atraente e robusto. As condições no país são totalmente sustentáveis para absorver esses bancos pequenos”, avaliou o técnico do governo. “O modelo de negócio dos bancos de cessão de credito, por exemplo, é uma boa porta de entrada. Mesmo que uma boa parte seja comprada, eles não vão deixar de existir. E, se tiverem uma grande bandeira por trás, acabam os problemas de credibilidade e de custo de captação”, acrescentou. Alguns dos estrangeiros, entretanto, chegarão ao mercado sem objetivo de lucro, visando apenas operar no mercado de câmbio para se protegerem dos riscos inerentes aos contratos de importação e de exportação. Fonte: Correio Brasiliense

Brasil cresce 1,27% no primeiro trimestre e surpreende mercado



A economia brasileira continua se expandindo fortemente a despeito de todas as medidas adotadas pelo governo para frear a atividade econoômica e a inflação. Pelos cálculos do Banco Central, o Brasil cresceu 1,27% na comparação com o último trimestre do ano, quando a taxa de expansão havia sido de 1%. O país também avançou na comparação mensal, em março, o crescimento foi de 0,51% -- número 0,11 ponto perncentual superior ao que o mercado esperava. Se esse desempenho se manter até o fim do ano, o Produto Interno Bruto do país (soma de todas as riquezas) poderá chegar a uma taxa acima de 5%.  Fonte: Correio Brasiliense

segunda-feira, 9 de maio de 2011

BCs temem bolha com queda das commodities


Xerifes das finanças internacionais temem que a correção nos preços de matérias primas na semana passada possa ser um primeiro e perigoso sinal do potencial estouro de uma bolha de commodities, representando um "alto risco" para a recuperação da economia mundial e escancarando a atuação de especuladores nos mercado de energia e alimentos. Essa é a avaliação de alguns dos principais Bancos Centrais do mundo que começaram hoje, na Basileia, uma avaliação completa da situação da economia mundial durante reunião do Banco de Compensações Internacionais (BIS).
No final da semana passada uma correção no mercado de commodities afetou preços de uma gama de produtos, do cobre ao algodão. O petróleo registrou a maior queda em termos absolutos da história. Em apenas um dia, o barril perdeu US$ 12,00. Na semana, a prata perdeu 30% de seu valor, na maior queda em quase 30 anos. O Financial Times chegou a classificar a queda de "épica" e, não por acaso, entre alguns representantes de BCs, a ordem é de manter vigilância total em relação aos acontecimentos diante do que poderia ser mais uma bolha.
Para alguns, a ameaça de um "pouso forçado" existe em relação ao comportamento do mercado de commodities. O impacto seria sentido acima de tudo em economias exportadoras de matérias-primas. Parte da recuperação de alguns desses mercados partiu exatamente por conta da renda gerada com as exportações de commodities.
Segundo dados do Instituto de Finanças Internacionais, foram os altos preços de commodities que promoveram uma recuperação rápida na América Latina após a crise de 2009. A entidade, que representa os bancos privados, apontam que as commodities representam hoje 50% das exportações da região e que foi justamente esse fator que permitiu que os termos de troca do continente tivessem uma alta de 6% em 2010.
No BC brasileiro, porém, esse pouso forçado e eventuais perdas diante da queda abrupta dos preços não faz parte das previsões. A reunião na Basileia ocorre a portas fechadas e os presidente das instituições são orientados a não revelar o conteúdo das conversas. "Não posso falar nada", disse o presidente do BC chileno, José de Gregório. O Chile vinha sustentando parte de sua expansão na alta dos preços de cobre.
A reunião ainda conta com representantes do Fed, Alexandre Tombini, presidente do Banco Central brasileiro, e Jean Claude Trichet, presidente do Banco Central Europeu. Fonte: O Estadão Online

Aumento da inflação traz preocupação com inadimplência, diz especialista


O aumento da inflação reduz o poder de compra da população e traz preocupação com a inadimplência. Se as pessoas estão pagando mais caro por alimentos, por outros produtos e pelos serviços, sobra menos dinheiro no bolso para pagar os empréstimos. Além disso, a expectativa de menor crescimento econômico para este ano leva à redução da renda e de postos de trabalho, o que também contribui para o crescimento da inadimplência, segundo avaliação de economistas.
Mas o assessor econômico da Serasa Experian, Carlos Henrique de Almeida, afirma que a inadimplência neste ano, apesar de ficar maior que no ano passado, não será recorde. A previsão da Serasa para este ano é 8%, sendo que em 2010 a inadimplência ficou em 6,3%. “Não é uma inadimplência recorde, mas todo aumento de inadimplência não é uma boa notícia”, afirma.
E o efeito da alta da inflação já se reflete no comportamento de consumidores, como observa o segurança Ednaldo Fernandes de Oliveira, de 27 anos. “Estas notícias me preocupam porque eu não vou poder comprar mais como comprava. Já diminuí bastante as compras porque ainda tenho dívidas para quitar”, conta.
A babá Luiza Nascimento, de 38 anos, também se diz preocupada com a alta dos preços. “Esta inflação traz muita preocupação porque com qualquer atraso os juros são um horror. Eu sempre evitei fazer dívidas porque se eu não puder pagar hoje, não vou poder pagar futuramente."
O agente comercial dos Correios, Josias Galdino Siqueira, de 58 anos, que comprou um carro em 60 prestações, diz que faz todas as compras de forma planejada. “Eu só faço dívidas que eu sei que vou conseguir pagar. Eu sempre fico de olho nas promoções. Comprei o carro, mas com o preço da gasolina, vou usá-lo só em último caso, só em necessidade."
Já para o funcionário público Erasmo Bandeira, de 63 anos, a inflação não assusta. “Comprei um carro parcelado em 24 vezes. Por enquanto a inflação não está me assustando. Brasileiro sempre vive com dívida. Eu continuo comprando porque é o jeito."
O assessor econômico da Serasa orienta os consumidores a evitarem dívidas longas, com muitas parcelas. “As pessoas devem evitar o endividamento de longo prazo porque envolve uma incerteza maior. Não dá para saber se a pessoa estará empregada. Além disso, as taxas de juros são maiores”, afirmou. Entretanto, ele ressalta que um financiamento mais longo, para a compra de uma casa, por exemplo, pode ser tomado por quem não está muito endividado e se não for comprometer grande parte da renda com as parcelas. “Depende de quanto de renda ele vai comprometer, do perfil do tomador de crédito”, salienta Almeida.
Além das dívidas que envolvem muitas parcelas, Almeida sugere que os consumidores evitem o rotativo do cartão de crédito e o cheque especial. “O brasileiro vai pela facilidade do recurso disponível e não avalia o custo do crédito. Estas são modalidades que deveriam ser usadas apenas em situação de emergência, mas as pessoas usam o cheque especial como complemento de renda e usam o crédito rotativo várias vezes”, destaca.
Quando for necessário pegar um empréstimo, é preciso fazer comparações entre as modalidades e as taxas de juros, segundo os economistas. Para se ter uma ideia, enquanto a taxa de juros do cheque especial chegou a 174,6% ao ano, em março deste ano, o juro cobrado pelo crédito pessoal, incluídas as operações de empréstimo consignado, ficou bem mais baixo, em 47,3% ao ano, de acordo com dados do Banco Central (BC).
O economista Newton Marques considera que também é importante cortar despesas quando os gastos superam as receitas. “Se a pessoa já estiver endividada, é preciso cortar todas as despesas supérfluas e renegociar dívidas”, orienta.
Almeida explica que a inadimplência sobe em períodos de alta da inflação por dois motivos. Um deles é que o BC aumenta a taxa básica de juros, a Selic, para conter a inflação. Como a Selic serve de referência para as demais taxas, os juros dos empréstimos também sobem. Além disso, em momento de expectativa e de aumento da inadimplência, os bancos querem se proteger dos calotes e aí sobem ainda mais os juros.
“A inflação penaliza as classes mais baixas. As classes mais altas fazem aplicações financeiras que dão cobertura sobre a inflação. Além disso, as pessoas das classes mais baixas são novatas, têm pouca experiência em lidar com o crédito”, destaca Almeida. Fonte: Agência Brasil

Inflação rompe margem de segurança do governo pela 1ª vez em seis anos


A inflação rompeu a margem de segurança do governo no mês de abril, chegando a 6,51% (no índice acumulado em 12 meses), pela primeira vez desde julho de 2005 – quando ficou em 6,57%.
Segundo dados divulgados nesta sexta-feira (6) pelo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o aumento no preço dos combustíveis foi o grande responsável pelo descontrole. Pelo regime de metas do governo, a margem de segurança da inflação é de 4,5% ao ano, com possibilidade de oscilação de dois pontos para cima ou para baixo. Ou seja, o limite máximo aceitável seria o de 6,5%.
Em abril, o álcool e a gasolina contribuíram sozinhos com 39% da inflação registrada, colocando os combustíveis no topo da lista dos principais vilões da inflação em 2011, retirando assim a culpa do grupo Alimentos (que pressionava a inflação desde setembro de 2010).
Os preços do álcool subiram 11,2% em abril na comparação com março, totalizando assim 31,09% somente em 2011. Consequentemente, a alta influenciou diretamente o preço da gasolina, que subiu 6,26% em abril. Juntos, os combustíveis fizeram com que o grupo Transportes tivesse uma variação de 1,57%, na comparação com março.
De acordo com Eulina Nunes dos Santos, coordenadora do índice de preços do IBGE, os combustíveis foram o principal vilão da inflação do mês de abril – e se tornam o maior vilão da inflação no ano de 2011 – já que empurram cada vez mais a taxa para cima, mesmo com a redução significativa dos preços dos alimentos.
- A frota brasileira de carros flex (que utilizam gasolina e álcool) aumentou muitos nos últimos tempos, elevando demais a demanda por álcool, o que propicia aumento de preços. Já que os valores não estavam favoráveis ao álcool, o brasileiro buscou a gasolina, que pressionou o preço produto [já que o Brasil utiliza 25% de álcool no combustível.
Segundo Eulina, houve um choque de preços por conta da oferta e um impacto grande devido a dependência das famílias pelos combustíveis, já que aumentou o número de famílias motorizadas no Brasil.
Até março de 2011, as vendas de carros flex no Brasil chegavam a 84,5% do total comercializado, de acordo com a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores).
Álcool e gasolina Brasil afora
Até abril de 2011, de acordo com o IBGE, Goiás é o Estado brasileiro que registrou a maior alta do álcool, com valorização de 43,69%. Em seguida aparece o Paraná, com aumento de 37,15%; Rio Grande do Sul (34,41%); Distrito Federal (32,90%) e Rio de Janeiro (30,95%).
Já a gasolina, também no acumulado de 2011, ficou mais cara em Minas Gerais, com alta de 14,61%, acompanhada de Goiás (12,92%), São Paulo (10,87%), Rio Grande do Sul (10,53%) e Rio de Janeiro (88,99%). Fonte: Record